23 de out de 2013




Foto: ©Dmitri Sharomov/Greenpeace



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Greenpeace
Foto: ©Dmitri Sharomov/Greenpeace

Olá Júlio César,

“Estar presa é como uma morte lenta: você literalmente perde a vontade de viver e
 passa apenas  a contar os dias”.
 Na carta que escreveu à família, a ativista britânica Alexandra Harris se esforça para
 manter a cabeça no lugar: “Espero que esse tempo não se prolongue. Estou
 tentando muito não perder as  esperanças”.

Alexandra está há um mês longe de casa, numa cadeia gelada na Rússia. Ela é uma 
das 30 pessoas que estão sendo acusadas de pirataria e que permanecem em prisão
 preventiva depois de um protesto absolutamente pacífico feito em águas
 internacionais contra a exploração de petróleo no  Ártico. A bióloga brasileira
 Ana Paula Maciel também está entre o grupo.

Ajude a manter a esperança de Alexandra de pé: compartilhe com seus amigos
 a petição para a  embaixada russa.







Obrigado por ter sido um no mar de um milhão e meio de pessoas que já escreveram às 
embaixadas russas do mundo inteiro. A cada dia, crescem as manifestações não só da sociedade
 civil, mas de autoridades e organizações que querem a liberdade do grupo. Continue
 compartilhando para  pressionar o governo russo a libertar os 30.

Abraços,
Fabiana Alves
Coordenadora da Campanha Clima e Energia
Greenpeace Brasil

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Abraços,Fabiana Alves
Coordenadora da Campanha Clima e Energia
Greenpeace Brasil